Segundo ele, o time deve participar do campeonato, no entanto, que
encabeçará a diretoria será o ex presidente e um dos fundadores do
Carcará da Fronteira, Jamiro Rodrigues, o Miro. “A situação se agravou
pois recebemos R$ 200 da prefeitura para ajudar a custear o campeonato,
entretanto, agora para registrar cada jogador é R$ 700. A problemática é
que você precisa registrá-lo na CBF (Confederação Brasileira de
Futebol), na FFMS (Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul) e caso
ele seja de fora do estado, o registro também deve ser feito na
federação de origem. Ou seja, um jogador de fora do estado custa R$
2.100 e isso no caso do Misto é uma alta quantia considerando que a
maioria dos jogadores são de fora”, desabafa.Questionado sobre a situação do técnico Pedro Caçapa e dos jogadores que já estão em Três Lagoas, Teixeira diz que pagará passagens de volta e o dias em que permaneceram no município de seu próprio bolso. “Hoje mesmo Miro deve começar os trâmites para montar outra equipe com atletas da base e afins. Caso ele queira que algum jogador que foi contratado em minha gestão permanece isso deverá ser acordado entre Miro e o atleta”, afirma.
Vale lembrar que inicialmente o time em reunião havia cogitado de não participar do campeonato, pois conforme levantamento os custos para a temporada seriam de R$ 417,6 mil, no entanto, o clube só tem R$ 260 mil em caixa. Segundo Teixeira, seriam necessários pelo menos mais R$ 100 mil para que o Carcará conseguisse se manter na temporada.
A problemática é que se o clube desistisse de participar do campeonato, pelo regulamento da federação, poderia ser penalizado em até dois anos sem entrar em campo para disputar o título de campeão Sul-mato-grossense.
O Misto está no Grupo A da competição e faz sua estreia contra a Serc, fora de casa, no dia 1º de fevereiro às 16 horas em Chapadão do Sul.
fonte:epressãoms
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